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quinta-feira, 28 de abril de 2016

VOCÊ CONHECE O CVV?

         O Centro de Valorização da Vida – CVV; presta serviço de prevenção do suicídio, e apoio emocional, é um trabalho voluntário e gratuito, para todas as pessoas que querem e precisam conversar sobre suas dores, descobertas, dificuldades e alegrias. A pessoa que procura o CVV tem sigilo assegurado, total privacidade e anonimato. 

O CVV tem como slogan, a frase: Como Vai Você?

        O CVV, foi fundado em São Paulo em 1962, sendo uma associação civil sem fins lucrativos, filantrópica, reconhecida como Utilidade Pública Federal em 1973. A instituição é mantida com as contribuições dos próprios voluntários e por doações de pessoas e segmentos da sociedade que reconhecem a importância do trabalho. Não está vinculada a nenhuma religião, governo ou partido político.

        O Centro de Valorização da Vida, realiza mais de um milhão de atendimentos anuais, com aproximadamente 2.000 voluntários em 18 estados, mais o Distrito Federal. Esses contatos são feitos pelo telefone 141 (24 horas), pessoalmente (nos 72 postos de atendimento) ou pelo site www.cvv.org.br via chat, Volp (Skype) e e-mail. Os voluntários se revezam para o atendimento 24 horas por dia, inclusive aos domingos e feriados; trabalhando no sentido de compreender a pessoa que procura o CVV, com diálogos compreensivo, valorizando a vida do necessitado, o atendimento ocorre em clima de profundo respeito e confiança.

         Os voluntários são pessoas que queiram realizar serviço voluntário, maiores de 18 anos, de boa vontade, dispostas a conversar com as pessoas em seus momentos emocionais difíceis. Os voluntários passam por um curso teórico oferecido pelo Posto do Centro de Valorização da Vida, este curso é gratuito e ministrado periodicamente. Os atendentes, possuem as mais diversas formações, mas quando estão em atividade no CVV, deixam de lado o seu lado profissional, seja psicólogo, dona de casa, estudante, médico, professor, etc. e focam apenas no seu lado de voluntário.

         Como comentado anteriormente, o CVV recebe uma média superior a um milhão de ligações por ano. Segundo a OMS – Organização Mundial de Saúde, cerca de 3 mil pessoas por dia cometem suicídio em todo o mundo. E segundo dados de 2015, 38 brasileiros tiram a própria vida por dia e outros cerca de 200 tentam o suicídio no mesmo período.

         Para saber mais sobre o CVV - Centro de Valorização da Vida, e para entrar em contato em busca de ajuda acesse o site do CVV: http://www.cvv.org.br/index.php


domingo, 24 de abril de 2016

Post.225: HISTORIA DO SUICÍDIO DE UMA MÃE DEPOIS DA MORTE NATURAL DO FILHO

Como vimos na postagem anterior sobre o suicídio que prolonga a separação dos que se amam, há um relato desta natureza no livro O Céu e o Inferno ou A Justiça Divina Segundo o Espiritismo, de Allan Kardec. Na segunda parte do livro, no capítulo V de comunicações com espíritos suicidas encontramos o relato com o título: Uma Mãe e seu filho, em que os médiuns evocaram o filho e a mãe. Transcrevo abaixo para que possa servir de exemplo da postagem anterior, para melhor entender por meio de uma história real. 



Uma Mãe e seu filho

         No mês de março de 1865, o Sr. C..., negociante numa pequena cidade perto de Paris, tinha, em sua casa, seu filho, com idade de vinte e um anos, gravemente enfermo. Esse jovem, sentindo-se no momento de expirar, chamou sua mãe e ainda teve forças para abraçá-la. Esta disse-lhe, vertendo lágrimas abundantes: “Vai, meu filho, precede-me, não tardarei em seguir-te.” Ao mesmo tempo ela saiu escondendo a cabeça entre as mãos.

        As pessoas que se achavam presentes a esta cena pungente, consideraram as palavras da senhora C... como simples explosão de dor, que o tempo e a razão deveriam apaziguar. Entretanto, tendo o doente sucumbido, foi procurada em toda a casa, e encontrada enforcada no celeiro. O enterro da mãe se fez ao mesmo tempo que o de seu filho.

        Evocação do filho, vários dias depois do fato. – P. Tendes conhecimento da morte de vossa mãe, que se suicidou, sucumbindo ao desespero que vossa perda lhe causou?

        R. Sim, e sem o desgosto que me causou o cumprimento de sua fatal resolução, eu seria perfeitamente feliz. Pobre e excelente mãe! Ela não pode suportar a prova dessa separação momentânea, e tomou, para se reunir ao filho que amava tanto, o caminho que deverá dele afastá-la, ai! Por muito tempo. Assim, ela retardou indefinidamente essa reunião que seria rápida se a submissão as vontades do Senhor enchesse sua alma, e se fosse resignada, humilde e arrependida, diante da prova que iria sofrer, e a expiação que iria purificá-la!

        Orai! Oh! Orai por ela!... E sobretudo não a imiteis, mães comovidas pelo triste relato de sua morte! Não creiais que ela amava melhor que outras mães, esse filho que era a sua alegria e seu orgulho; não, não amava melhor, mas faltou-lhe coragem e resignação. Mães que me escutais, quando virdes a agonia velar os olhos extintos de vossos filhos, lembrai-vos de que, como o Cristo, eles sobem o cume do Calvário, de onde deverão se elevar à glória eterna.

Benjamin C...

        Evocação da mãe. – Quero ver meu filho! Tendes o poder de me devolver?... Os cruéis!... Pegaram-me para conduzi-lo à luz, e me deixaram na noite!... Eu o quero, eu o quero... ele me pertence!... Nada foi, pois, senão o amor maternal?... O quê! Ter carregado nove meses, nutrido com seu leite a carne de sua carne, o sangue de seu sangue; ter guiado seus primeiros passos; tê-lo ensinado a balbuciar o nome sagrado de Deus e o doce nome de mãe; ter feito dele um homem pleno de atividade, de inteligência, de honestidade, de retidão, de amor filial, e perdê-lo quando realizava as esperanças que se conceberam dele, que um futuro brilhante se lhe abria à frente! Não, Deus não é justo; não é o Deus das mães; não compreendo o seu desespero e a sua dor... e quando me dou à morte para não deixar meu filho, me arrebata de novo!... Meu filho! Meu filho! Onde estás?

        O evocador. Pobre mãe, nos compadecemos com a vossa dor; mas tomastes um triste meio para estar reunida ao vosso filho; o suicídio é um crime aos olhos de Deus, e deveríeis pensar que ele pune toda infração às suas leis. A privação da visão de vosso filho é a vossa punição.

        A mãe. Não; eu acreditava Deus melhor que os homens; eu não cria em seu inferno, mas na reunião das almas que se amam como nos amamos; eu me enganei... Não é o Deus justo e bom, uma vez que não compreendeu a imensidade de minha dor e de meu amor!... Oh! Quem me devolverá o meu filho! Perdi-o, pois, para sempre? Piedade! Piedade, meu Deus!

        O evocador. Vejamos, acalmai o vosso desespero; pensai que há um meio para rever o vosso filho, esse não é blasfemando contra Deus, como o fazeis. Em lugar de vo-lo tornar favorável, atraireis sobre vós maior severidade.

       A mãe. Disseram-me que não o reveria mais; compreendi que foi para um paraíso que o conduziram. E eu, estou, pois, no inferno?... O inferno das mães!... Ele existe, não o vejo senão muito.

       O evocador. Vosso filho não está perdido sem retorno, crede-me; certamente o revereis; mas é necessário merecê-lo pela vossa submissão à vontade de Deus, ao passo que, pela vossa revolta, podeis retardar esse momento indefinidamente. Escutai-me: Deus é infinitamente bom, mas é infinitamente justo. Jamais pune sem causa, e se vos infligiu grandes dores na Terra, foi porque as merecestes. A morte de vosso filho era uma prova para a vossa resignação; infelizmente, nela sucumbistes quando viva, e eis que, depois de vossa morte, nela sucumbis de novo; como quereis que Deus recompense os seus filhos rebeldes? Mas ele não é inexorável; acolhe sempre o arrependimento do culpado. Se aceitásseis, sem murmurar e com humildade, a prova que vos enviava por essa separação momentânea, e se esperásseis pacientemente que lhe aprouvesse vos retirar da Terra, na vossa entrada no mundo em que estais, imediatamente reveríeis o vosso filho, que viria vos receber e estender os braços; teríeis a alegria de vê-lo radioso, após esse tempo de ausência. O que fizestes, e o que fazeis ainda neste momento, coloca uma barreira entre vós e ele. Não creiais que ele esteja perdido nas profundezas do espaço; não, está mais perto de vós do que não o credes; mas um véu impenetrável oculta-o à vossa visão. Ele vos vê, e vos ama sempre, e geme da triste posição onde vos mergulhou a vossa falta de confiança em Deus; chama, com todos seus votos, o momento afortunado de se vos mostrar; só de vós depende apressar ou retardar esse momento. Orai a Deus, e dizei comigo:

       “Meu Deus, perdoai-me por haver duvidado de vossa justiça e de vossa bondade; se me punistes reconheço que mereci. Dignai-vos aceitar o meu arrependimento e a minha submissão à vossa santa vontade.”

        A mãe. Que clarão de esperança vindes de fazer luzir em minha alma! Foi um relâmpago na noite que me cerca. Obrigada, eu vou orar. Adeus.

C...

       A morte, mesmo pelo suicídio,não produziu nesse espírito a ilusão de se crer ainda vivo; ele tem perfeita consciência de seu estado; é que, em outros, a punição consiste nessa própria ilusão, nos laços que os predem aos seus corpos. Esta mulher quis deixar a Terra para seguir o seu filho, no mundo em que ele entrou: era necessário que ela soubesse que estava nesse mundo para ser punida, não o reencontrando ali. Sua punição é precisamente saber que não vive mais corporalmente, e no conhecimento que tem de sua situação. Assim é que cada falta é punida pelas circunstâncias que a acompanham, e que não há punições uniformes e constantes para as faltas do mesmo gênero.

Fonte: O Céu e o Inferno ou A Justiça Divina Segundo o Espiritismo, de Allan Kardec. Cap. V.


segunda-feira, 18 de abril de 2016

Post.224: O SUICÍDIO: VIOLÊNCIA QUE PROLONGA A SEPARAÇÃO

         O suicídio é falsa solução, e causa desarmonia com as Leis Divinas. No livro A Outra Vez Em Que Eu Morri, do palestrante espírita Frederico Menezes, no capítulo 8 há um excelente explicação sobre o suicídio e o fato dele não possibilitar o reencontro dos espíritos. Vejamos abaixo o texto:


          Tanto pelos depoimentos de quem atentou contra a própria vida e retomou das portas do mundo espiritual (caso de pessoas que foram dadas como mortas), quanto os daqueles que, em estado de transe, descrevem suas encarnações anteriores em que praticam algum suicídio, a noticia é uma só: o ato suicida é uma agressão ao equilíbrio da Lei e, ao invés de resolver os problemas de quem sobre, os prolonga, acrescentados por dolorosos conflitos de consciência. Enquanto os que vivenciam a “quase morte”contra sua vontade, ou seja em acidentes não provocados ou por enfermidades, passam por momentos de paz e sentimentos poderosos de felicidade num ambiente com certa radiosidade, reencontrando, inclusive, parentes e amigos, estimulando-lhes a querer permanecer envoltos naquela luz amorosa, aqueles que tentaram o suicídio veem-se em uma atmosfera de tormenta, angustia e opressão. Não há luminosidade, um sentimento de solidão e medo caracteriza a experiência de quase morte. Quando retoma ao corpo, reflete melhor sobre o fato e a vida, terminando por reconhecer que o suicídio é a pior saída que se tem. Aliás, nem é saída.

         Nos depoimentos relacionados à reencarnação, o fato se repete. Quem se viu tirando a própria vida descreve um turbilhão de sofrimentos, uma sensação profunda de vergonha e culpa. O suicida verifica que tentou fugir da vida e caiu na própria vida, em condições bem mais complexas.

        Estes depoimentos que são verificados por pesquisadores nos quatro cantos do planeta, também são confirmados nas reuniões mediúnicas que ocorrem nas instituições espíritas, reuniões de amparo e socorro espiritual.

        Os espíritos suicidas apresentam-se em condições deploráveis, isto após muito tempo de agonias sem conta, na realidade imediata à vida física.

        Claro que a Misericórdia de Deus funciona aliviando circunstâncias e prodigalizando recursos para que os que vivem este martírio possam se reerguer perante a própria consciência e reiniciar a jornada no rumo de luz. E é ponto claro: não conseguem encontrar ou pelo menos perceber os entes queridos desencarnados que sofrem com seu gesto lamentável e o estado em que se encontram.

        O interessante é que o Espiritismo explica e demonstra que esse estado doloroso não é uma punição Divina. Deus não tem nossas falhas de caráter. É um fenômeno natural. São leis da natureza que violentadas no gesto suicida desarmonizam-se. O corpo espiritual, energético, suscetível a campos magnéticos, (como tudo que constitui o universo), tem natureza vibratória, ou seja, suas moléculas tem um ritmo vibratório. O gesto suicida desarticula este ritmo, agride a estrutura magnética e, em consequência, gera sofrimento que é o efeito de toda desarmonia. Além do mais, a consciência é o local onde o senso divino (as leis de Deus) está estabelecido. Aí sim, é o aspecto moral.


         Aprendemos com os Espíritos Superiores que ao reencarnamos trazemos uma determinada cota de energia vital, propiciadora do período de tempo que passamos reencarnados. Isto não seria feito aleatoriamente. É de acordo com a necessidade de cada um de nós. São mobilizados recursos imensos para que o espírito mergulhe numa existência física. Ora, a agressão provocada pelo suicídio, rompe ligações magnéticas que prendem a alma ao corpo porém o fluido vital, que não se esgota no cumprimento de sua finalidade, segue com o ser para o mundo espiritual, intensificando, inclusive, as sensações físicas inerentes à vida carnal. Este assunto comporta outras abordagens mais profundas, não sendo o objetivo desse nosso volume. Pretendemos abordar a questão em livro específico.

        O certo é que o suicídio é um complicador que prende o ser a um estado deplorável, provocando inclusive, futuras experiências na carne muito mais incômodas e sofridas. Óbvio que cada caso tem, perante as leis da vida, seus méritos e deméritos, atenuantes e agravantes, por isto, as reações ao suicídio ganham impacto e nuances em suas dores, muito pessoais, diríamos assim. Além de todo sofrimento que gera, o suicídio retarda, e muito, segundo temos verificado em comunicações mediúnicas, nosso reencontro com os amados. Eles estão em outra dimensão e o suicida está emparedado em vibrações de baixa potência, realimentado pelos dramas de consciência.


Fonte: A outra vez em que eu morri. De Frederico Menezes.

quinta-feira, 14 de abril de 2016

NÃO SER PERSEGUIDO

          Como é difícil, no mundo em que vivemos, não sermos perseguidos? Parece que, no clima da Terra, a perseguição é um fato concreto. Não estamos contra os problemas naturais da vida, cuja força nos ajuda a pensar, a desenvolver o potencial da razão que dormita em nós. mas queremos desenvolver meios de nos livrarmos da perseguição que se apresenta como filha da vingança, como companheira da tara de ver os outros sofrerem sob o acicate da dor.

         Quem persegue o faz por vaidade, por ciúme, por inveja e egoísmo, também. E o móvel de toda a sua perseguição é justamente a ignorância, por não conhecer o mecanismo da sua revolta, que algum dia reverterá contra as suas próprias fraquezas. E o preço que pagará será exorbitante para as suas posses. Perseguição é a contraparte das ideias negativas, que alimentamos contra alguém e que o tempo nos devolverá como paga aos nossos feitos.

         Para não sermos perseguidos, é de bom alvitre que sigamos o código delineado por Jesus Cristo. Ele traça diretrizes eficientes com respeito à vigilância ou à tranquilidade diante dos que nos ofendem e caluniam. E ainda mais, o perdão nos condiciona a um clima de paz, de modo a não nos sentimos ofendidos, com as investidas dos que nos injuriam. E, se por acaso, usarmos todas as prevenções e ainda formos atingidos pela maledicência e pressões dos semelhantes, usemos a tolerância e oremos por eles, porque, dessa forma, nos isolamos da sua maldade sem sentirmos a sua influência perniciosa.

        Um ângulo que igualmente nos ajuda a nos livrar da perseguição é não perseguimos de forma nenhuma, pois a lei funciona perfeitamente ao lado da justiça. Mas para tal, a mente haverá de ser educada.

        O primeiro impulso do ofendido é ofender. O revide, na hora, parece justiça, se apresenta na esfera da razão como defesa que não devemos abandonar. No entanto, é um engano do raciocínio. A lei de amor vibrante no coração deixa de aprovar, na assembleia íntima em que toma parte, a petição de vingança, imputada pelas deduções apressadas provindas da razão orgulhosa.

         A serenidade é mais aconselhada em todos os momentos difíceis. A meditação nos dá ambiente para consultarmos a Deus sobre o que deveremos ou não fazer, e o tempo e o espaço nos darão a resposta. Não sermos perseguidos, como dizemos, é expressão figurativa. E não sentirmos a perseguição é nos isolarmos daqueles que, por ignorância, alimentam o desejo de destruir e sentem uma satisfação inferior na decadência dos outros. Eis que, para isso, uma arma basta – superioridade, soberania alcançada pelo amor que garante a paz interior da alma.

        O “não façais aos outros o que não quereis para vós”, de Jesus, é ponto básico da tranquilidade consciencial. Porém, a maior perseguição contra a qual temos de lutar é a que nasce dentro de nós. É a reminiscência de faltas graves e o arrependimento delas, ou quando propomos à consciência operar uma reforma, moral e espiritual. Nesse instante, as forças selvagens, comandadas pelo instinto, investem contra todos os nossos melhores princípios de boa conduta. E, se não tomarmos posição segura, com um poder de vontade alicerçado na fé e no amor, seremos derrotados, até aprendermos a ser bons combatentes.

        Meu irmão, o espírito é um soldado de Deus, na criação divina. Dai os primeiros passos no campo de batalha interior, que mil mãos aparecer-vos-ão, como anjos vindos do paraíso. Ninguém vive só. Quando achamos que estamos sendo desprezados, estamos diante de uma situação para aprendermos a ter iniciativa, pois o toque primeiro pertence aquele que vai ser o mais beneficiado. E, se desejais a liberdade, comungai com a felicidade dos outros, que sereis um dos que poderão gritar em altos brandos: conheci a verdade.

Pelo Espírito Miramez. 



Fonte: Horizontes da Mente. João Nunes Maia. Pelo Espírito Miramez.

quinta-feira, 7 de abril de 2016

PRECE: AÇÃO DE GRAÇA DEPOIS DE TER ESCAPADO DE UM PERIGO

Pelos perigos que corremos, Deus nos mostra que podemos, de um momento para outro, ser chamados a prestar contas do emprego que fizemos da vida; Ele nos adverte assim para nos concentrarmos e nos emendarmos. 

PRECE:

          Meu Deus, e vós meu anjo guardião, eu vos agradeço pelo socorro que me enviastes no perigo que me ameaçou. Que esse perigo seja para mim uma advertência, e que ele me esclareça sobre as faltas que puderam me atrair. Compreendo, Senhor, que a minha vida está em vossas mãos, e que podeis mim retirar quando vos aprouver. Inspirai-me, pelos bons Espíritos que me assistem, o pensamento de empregar utilmente o tempo que me concedeis ainda neste mundo.

         Meu anjo guardião, sustentai-me na resolução que tomo de reparar os meus erros e de fazer o bem que estiver em meu poder, a fim de chegar menos carregado de imperfeições no mundo dos espíritos, quando aprouver a Deus me chamar.