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segunda-feira, 6 de maio de 2013

Post. 33: PRECE DA GRATIDÃO

         Prece de Gratidão do espírito Amélia Rodrigues, e Psicografia de Divaldo Pereira Franco. Uma linda prece que nos permite fazer uma auto analise, e ver como a vida é bela apesar de toda a dor que muitas vezes pode nos cercar, mas deixando a certeza e a esperança que tudo passa, que uma vida mais feliz e mais plena teremos um dia, livre dos problemas que temos que vencê-los. Coloco está prece para as post. 31 e 32. Paz na terra, boas idéias e luz a todos nós.     
 
Prece de Gratidão
Senhor Jesus, muito obrigada!
Pelo ar que nos dás,
Pelo pão que nos deste,
Pela roupa que nos veste,
Pela alegria que possuímos,
Por tudo de que nos nutrimos.
Muito obrigada, pela beleza da paisagem,
Pelas aves que voam no céu de anil,
Pelas Tuas dádivas mil!
Muito obrigada, Senhor!
Pelos olhos que temos...
Olhos que vêm o céu, que vêm a terra e o mar,
Que contemplam toda beleza!
Olhos que se iluminam de amor
Ante o majestoso festival de cor
Da generosa Natureza!
E os que perderam a visão?
Deixa-me rogar por eles
Ao Teu nobre Coração!
Eu sei que depois desta vida,
Além da morte,
Voltarão a ver com alegria incontida...
Muito obrigada pelos ouvidos meus,
Pelos ouvidos que me foram dados por Deus.
Obrigada, Senhor, porque posso escutar
O Teu nome sublime, e, assim, posso amar.
Obrigada pelos ouvidos que registram:
A sinfonia da vida,
No trabalho, na dor, na lida...
O gemido e o canto do vento nos galhos do olmeiro,
As lágrimas doridas do mundo inteiro
E a voz longínqua do cancioneiro...
E os que perderam a faculdade de escutar?
Deixa-me por eles rogar...
Eu sei que no Teu Reino voltarão a sonhar.
Obrigada, Senhor, pela minha voz.
Mas também pela voz que ama,
Pela voz que canta,
Pela voz que ajuda,
Pela voz que socorre,
Pela voz que ensina,
Pela voz que ilumina...
E pela voz que fala de amor,
Obrigada, Senhor!
Recordo-me, sofrendo, daqueles
Que perderam o dom de falar
E o teu nome sequer podem pronunciar!...
Os que vivem atormentados na afasia
E não podem cantar nem à noite, nem ao dia...
Eu suplico por eles
Sabendo que mais tarde,
No Teu Reino, voltarão a falar.
Obrigada, Senhor, por estas mãos, que são minhas
Alavancas da ação, do progresso, da redenção.
Agradeço pelas mãos que acenam adeuses,
Pelas mãos que fazem ternura,
E que socorrem na amargura;
Pelas mãos que acarinham,
Pelas mãos que elaboram as leis
E pelas que as feridas cicatrizam
Retificando as carnes partidas,
A fim de diminuírem as dores de muitas vidas!
Pelas mãos que trabalham o solo,
Que amparam o sofrimento estancam lágrimas,
Pelas mãos que ajudam os que sofrem,
Os que padecem...
Pelas mãos que brilham nestes traços,
Como estrelas sublimes fulgindo nos meus braços!
...E pelos pés que me levam a marchar,
Erecto, firme a caminhar,
Pés da renúncia que seguem
Humildes e nobres sem reclamar.
E os que estão amputados, os aleijados,
Os feridos e os deformados,
Os que estão retidos na expiação
Por crimes praticados noutra encarnação,
Eu rogo por eles e posso afirmar
Que no Teu Reino, após a lida
Desta dolorosa vida,
Poderão bailar
E em transportes sublimes com os seus braços também afagar.
Sei que lá tudo é possível
Quando Tu queres ofertar,
Mesmo o que na Terra parece incrível!
Obrigada, Senhor, pelo meu lar,
O recanto de paz ou escola de amor,
A mansão de glória
Ou pequeno quartinho,
O palácio ou tapera, o tugúrio ou a casa de miséria!
Obrigada, Senhor, pelo amor que eu tenho e
Pelo lar que é meu...
Mas, se eu sequer
Nem um lar tiver
Ou teto amigo para me abrigar
Nem outra coisa para me confortar,
Se eu não possuir nada,
Senão as estradas e as estrelas do céu,
Como sendo o leito de repouso e o suave lençol,
E ao meu lado ninguém existir, vivendo e chorando sozinho ao léu...
Sem um alguém para me consolar
Direi, cantarei, ainda:
Obrigada, Senhor, porque te amo e sei que me amas,
Porque me deste a vida
Jovial, alegre, por Teu amor favorecida...
Obrigada, Senhor, porque nasci,
Obrigada, porque creio em Ti.
...E porque me socorres com amor,
Hoje e sempre,
Obrigada, Senhor!

sábado, 4 de maio de 2013

O SUICÍDIO PARA O ESPIRITISMO - O LIVRO DOS ESPÍRITOS

SUICÍDIO É ILUSÃO. NÃO SE MATE, VOCÊ NÃO MORRE.


DESGOSTO DA VIDA. SUICÍDIO

943. Donde nasce o desgosto da vida, que, sem motivos plausíveis, se apodera de certos indivíduos?
“Efeito da ociosidade, da falta de fé e, também, da saciedade. Para aquele que usa de suas faculdades com fim útil e de acordo com as suas aptidões naturais, o trabalho nada tem de árido e a vida se escoa mais rapidamente. Ele lhe suporta as vicissitudes com tanto mais paciência e resignação, quanto obra com o fito da felicidade mais sólida e mais durável que o espera.”

944. Tem o homem o direito de dispor da sua vida?
“Não; só a Deus assiste esse direito. O suicídio voluntário importa numa transgressão desta lei.”
a) — Não é sempre voluntário o suicídio?
“O louco que se mata não sabe o que faz.”

 945. Que se deve pensar do suicídio que tem como causa o desgosto da vida?
“Insensatos! Por que não trabalhavam? A existência não lhes teria sido tão pesada.”

 946. E do suicídio cujo fim é fugir, aquele que o comete, às misérias e às decepções deste mundo?
“Pobres Espíritos, que não têm a coragem de suportar as misérias da existência! Deus ajuda aos que sofrem e não aos que carecem de energia e de coragem. As tribulações da vida são provas ou expiações. Felizes os que as suportam sem se queixar, porque serão recompensados! Ai, porém, daqueles que esperam a salvação do que, na sua impiedade, chamam acaso, ou fortuna! O acaso, ou a fortuna, para me servir da linguagem deles, podem, com efeito, favorecê-los por um momento, mas para lhes fazer sentir mais tarde, cruelmente, a vacuidade dessas palavras.”
a) — Os que hajam conduzido o desgraçado a esse ato de desespero sofrerão as conseqüências de tal proceder?
“Oh! esses, ai deles! Responderão como por um assassínio.”

 947. Pode ser considerado suicida aquele que, a braços com a maior penúria, se deixa morrer de fome?
“É um suicídio, mas os que lhe foram causa, ou que teriam podido impedi-lo, são mais culpados do que ele, a quem a indulgência espera. Todavia, não penseis que seja totalmente absolvido, se lhe faltaram firmeza e perseverança e se não usou de toda a sua inteligência para sair do atoleiro. Ai dele, sobretudo, se o seu desespero nasce do orgulho. Quero dizer: se for quais homens em quem o orgulho anula os recursos da inteligência, que corariam de dever a existência ao trabalho de suas mãos e que preferem morrer de fome a renunciar ao que chamam sua posição social! Não haverá mil vezes mais grandeza e dignidade em lutar contra a adversidade, em afrontar a crítica de um mundo fútil e egoísta, que só tem boa vontade para com aqueles a quem nada falta e que vos volta as costas assim precisais dele? Sacrificar a vida à consideração desse mundo é estultícia, porquanto ele a isso nenhum apreço dá.”

 948. É tão reprovável, como o que tem por causa o desespero, o suicídio daquele que procura escapar à vergonha de uma ação má?
“O suicídio não apaga a falta. Ao contrário, em vez de uma, haverá duas. Quando se teve a coragem de praticar o mal, é preciso ter-se a de lhe sofrer as conseqüências. Deus, que julga, pode, conforme a causa, abrandar os rigores de sua justiça.”

 949. Será desculpável o suicídio, quando tenha por fim obstar a que a vergonha caia sobre os filhos, ou sobre a família?
“O que assim procede não faz bem. Mas, como pensa que o faz, Deus lhe leva isso em conta, pois que é uma expiação que ele se impõe a si mesmo. A intenção lhe ate-nua a falta; entretanto, nem por isso deixa de haver falta. Demais, eliminai da vossa sociedade os abusos e os preconceitos e deixará de haver desses suicídios.”
Aquele que tira a si mesmo a vida, para fugir à vergonha de uma ação má, prova que dá mais apreço à estima dos homens do que à de Deus, visto que volta para a vida espiritual carregado de suas iniqüidades, tendo-se privado dos meios de repará-las durante a vida corpórea. Deus, geralmente, é menos inexorável do que os homens. Perdoa aos que sinceramente se arrependem e atende à reparação. O suicida nada repara.

 950. Que pensar daquele que se mata, na esperança de chegar mais depressa a uma vida melhor?
“Outra loucura! Que faça o bem e mais certo estará de lá chegar, pois, matando-se, retarda a sua entrada num mundo melhor e terá que pedir lhe seja permitido voltar, para concluir a vida a que pôs termo sob o influxo de uma idéia falsa. Uma falta, seja qual for, jamais abre a ninguém o santuário dos eleitos.”

951. Não é, às vezes, meritório o sacrifício da vida, quando aquele que o faz visa salvar a de outrem, ou ser útil aos seus semelhantes?
“Isso é sublime, conforme a intenção, e, em tal caso, o sacrifício da vida não constitui suicídio. Mas, Deus se opõe a todo sacrifício inútil e não o pode ver de bom grado, se tem o orgulho a manchá-lo. Só o desinteresse torna meritório o sacrifício e, não raro, quem o faz guarda oculto um pensamento, que lhe diminui o valor aos olhos de Deus.”
Todo sacrifício que o homem faça à custa da sua própria felicidade é um ato soberanamente meritório aos olhos de Deus, porque resulta da prática da lei de caridade. Ora, sendo a vida o bem terreno a que maior apreço dá o homem, não comete atentado o que a ela renuncia pelo bem de seus semelhantes: cumpre um sacrifício. Mas, antes de o cumprir, deve refletir sobre se sua vida não será mais útil do que sua morte.

 952. Comete suicídio o homem que perece vítima de paixões que ele sabia lhe haviam de apressar o fim, porém a que já não podia resistir, por havê-las o hábito mudado em verdadeiras necessidades físicas?
“É um suicídio moral. Não percebeis que, nesse caso, o homem é duplamente culpado? Há nele então falta de coragem e bestialidade, acrescidas do esquecimento de Deus.”
a) — Será mais, ou menos, culpado do que o que tira a si mesmo a vida por desespero?
“É mais culpado, porque tem tempo de refletir sobre o seu suicídio. Naquele que o faz instantaneamente, há, muitas vezes, uma espécie de desvairamento, que alguma coisa tem da loucura. O outro será muito mais punido, por isso que as penas são proporcionadas sempre à consciência que o culpado tem das faltas que comete.”

 953. Quando uma pessoa vê diante de si um fim inevitável e horrível, será culpada se abreviar de alguns instantes os seus sofrimentos, apressando voluntariamente sua morte?
“É sempre culpado aquele que não aguarda o termo que Deus lhe marcou para a existência. E quem poderá estar certo de que, malgrado às aparências, esse termo tenha chegado; de que um socorro inesperado não venha no último momento?”
a) — Concebe-se que, nas circunstâncias ordinárias, o suicídio seja condenável; mas, estamos figurando o caso em que a morte é inevitável e em que a vida só é encurtada de alguns instantes.
“É sempre uma falta de resignação e de submissão à vontade do Criador.”
b) — Quais, nesse caso, as conseqüências de tal ato?
“Uma expiação proporcionada, como sempre, à gravidade da falta, de acordo com as circunstâncias.”

 954. Será condenável uma imprudência que compromete a vida sem necessidade?
“Não há culpabilidade, em não havendo intenção, ou consciência perfeita da prática do mal.”

 955. Podem ser consideradas suicidas e sofrem as conseqüências de um suicídio as mulheres que, em certos países, se queimam voluntariamente sobre os corpos dos maridos?
“Obedecem a um preconceito e, muitas vezes, mais à força do que por vontade. Julgam cumprir um dever e esse não é o caráter do suicídio. Encontram desculpa na nulidade moral que as caracteriza, em a sua maioria, e na ignorância em que se acham. Esses usos bárbaros e estúpidos desaparecem com o advento da civilização.”

956. Alcançam o fim objetivado aqueles que, não podendo conformar-se com a perda de pessoas que lhes eram caras, se matam na esperança de ir juntar-se-lhes?
“Muito diverso do que esperam é o resultado que colhem. Em vez de se reunirem ao que era objeto de suas afeições, dele se afastam por longo tempo, pois não é possível que Deus recompense um ato de covardia e o insulto que lhe fazem com o duvidarem da sua providência. Pagarão esse instante de loucura com aflições maiores do que as que pensaram abreviar e não terão, para compensá-las, a satisfação que esperavam.” (934 e seguintes)

 957. Quais, em geral, com relação ao estado do Espírito, as conseqüências do suicídio?
“Muito diversas são as conseqüências do suicídio. Não há penas determinadas e, em todos os casos, correspondem sempre às causas que o produziram. Há, porém, uma conseqüência a que o suicida não pode escapar; é o desapontamento. Mas, a sorte não é a mesma para todos; depende das circunstâncias. Alguns expiam a falta imediatamente, outros em nova existência, que será pior do que aquela cujo curso interromperam.”
A observação, realmente, mostra que os efeitos do suicídio não são idênticos. Alguns há, porém, comuns a todos os casos de morte violenta e que são a conseqüência da interrupção brusca da vida. Há, primeiro, a persistência mais prolongada e tenaz do laço que une o Espírito ao corpo, por estar quase sempre esse laço na plenitude da sua força no momento em que é partido, ao passo que, no caso de morte natural, ele se enfraquece gradualmente e muitas vezes se desfaz antes que a vida se haja extinguido completamente. As conseqüências deste estado de coisas são o prolongamento da perturbação espiritual, seguindo-se à ilusão em que, durante mais ou menos tempo, o Espírito se conserva de que ainda pertence ao número dos vivos. (l55 e 165)
A afinidade que permanece entre o Espírito e o corpo produz, nalguns suicidas, uma espécie de repercussão do estado do corpo no Espírito, que, assim, a seu mau grado, sente os efeitos da decomposição, donde lhe resulta uma sensação cheia de angústias e de horror, estado esse que também pode durar pelo tempo que devia durar a vida que sofreu interrupção. Não é geral este efeito; mas, em caso algum, o suicida fica isento das conseqüências da sua falta de coragem e, cedo ou tarde, expia, de um modo ou de outro, a culpa em que incorreu. Assim é que certos Espíritos, que foram muito desgraçados na Terra, disseram ter-se suicidado na existência precedente e submetido voluntariamente a novas provas, para tentarem suportá-las com mais resignação. Em alguns, verifica-se uma espécie de ligação à matéria, de que inutilmente procuram desembaraçar-se, a fim de voarem para mundos melhores, cujo acesso, porém, se lhes conserva interdito. A maior parte deles sofre o pesar de haver feito uma coisa inútil, pois que só decepções encontram. A religião, a moral, todas as filosofias condenam o suicídio como contrário às leis da Natureza. Todas nos dizem, em princípio, que ninguém tem o direito de abreviar voluntariamente a vida. Entretanto, por que não se tem esse direito? Por que não é livre o homem de pôr termo aos seus sofrimentos? Ao Espiritismo estava reservado demonstrar, pelo exemplo dos que sucumbiram, que o suicídio não é uma falta, somente por constituir infração de uma lei moral, consideração de pouco peso para certos indivíduos, mas também um ato estúpido, pois que nada ganha quem o pratica, antes o contrário é o que se dá, como no-lo ensinam, não a teoria, porém os fatos que ele nos põe sob as vistas.

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Dica de Livro: MEMÓRIAS DE UM SUICIDA

Memórias de um Suicida, retrata como a vida segue depois de um suicido, um perfeito retratando a conturbação e toda a dor que o ato suicida provoca, a narrativa do livro nos leva pra dentro das cenas narradas, e nos fazendo refletir como o suicido é leva ao nível máximo a dor, a agustia e as trevas... livro super educativo e que nos vacina no entendimento contra o suicídio. Memórias de um Suicida, é psicografado por Yvonne A. Pereira, pelo Espírito Camilo Cândido Botelho que narra a sua própria saga como suicida no plano espiritual, livro publicado pela editora FEB (Federação Espírita Brasileira).  
Capa do livro Memórias de um Suicida
 
E voce já leu este livro?
 
Fique a vontade para comentar!

terça-feira, 30 de abril de 2013

SUICÍDIO, NUNCA. OS SOFRIMENTOS ESPIRITUAIS.

         A pior coisa que um ser humano pode cometer é o suicídio,  mal sabe o quanto é desrespeitoso com as leis divinas universais, doloroso, angustiante... O homem romper o elo que liga o corpo físico ao espírito, um dos maiores crimes que possa cometer. Deus em sua infinita bondade dar ao homem o seu livre arbítrio, mas contudo o homem em sua ignorância, muitas vezes envolvidos pela carne e pelo apego as coisas materiais, seja por problemas de inúmeros aspectos,como: por depressão, por conflitos familiares e afetivos, por problemas financeiros, por problemas de saúde, problemas obsessivos... Assim se deixa levar a cometer suicídio.


       Há os suicidas propriamente dito que tira a vida por meio de enforcamento, tiro, envenenamento, dentre outros meios; e há os suicidas inconscientes, que comete o suicídio sem saber, como diz o próprio termo, por meio de bebidas alcoólicas, fumo, vícios em drogas e/ou remédios, remédios quando é feito o uso sem necessidade, apenas pelo vicio. Você pode achar estranho, mas sim bebidas alcoólicas e fumo/cigarros, sim causam o suicídio inconsciente, por meio das doenças que estes causam, é considerado um suicídio inconsciente.    

O que ocorre depois do ato suicida com o espírito?  
       O que ocorre com um suicida depois do ato de da fim a própria existência física  é uma situação incomparável com o que este enfrentava no plano material, sendo incontáveis vezes pior, se a vida na terra estava perdida, sem rumo e acabada, nem se compara com a vida depois que se comente suicídio. Não sabe o quanto é doloroso a situação em que se passa a viver no plano espiritual. Alguns permanecem presos ao corpo físico, sem poder se desvencilhar dele, e assim sente todas as dores e sensações do que levou a morte do corpo físico, sente o corpo físico ficar podre, se decompor, sentindo fome, dores, agonias sem fim, podendo ficar assim por séculos nesta situação preso ao corpo físico enterrado na sepultura. Já outros casos o suicida pode ficar vagando pelo plano material, sem saber o que está acontecendo e sentindo as sensações de dores do tipo da morte que sofreu; tentando levar a vida como se estivesse vivo. E Já outros seguem para um lugar no plano espiritual chamado de Vale dos Suicidas, um lugar nefasto cheio de dor e angustia onde o espírito do suicida segue sem saber onde está, e sentindo as dores do infortúnio que cometera em vida, como do outro lado da vida o tempo não existe, tudo é presente,  tudo é dor e trevas, para doas as situações de quem comete o ato do suicídio.

As sensações do suicídio


Cena do filme Nosso Lar
       Além das situações serem desoladoras, angustiantes, chagando a faltar palavras para explicar a intensidade da situação; vem o pior de tudo o espírito suicida fica sentindo todas as coisas que fez para causar o seu desencarne. Exemplo:  Se ele desencarnou por meio de um tiro na cabeça, ele fica com a impressão  do zumbido do tiro permanente no seu ser, é como se ele escutasse direto o zumbido e as dores; se for por enforcamento ele fica constantemente com a impressão de falta de ar; por envenenamento ele fica permanentemente sentindo toda a sensação que o veneno ou remédios causou dentro do seu organismo, todas as dores; quando é por suicídio inconsciente ocorre a mesma coisa, sendo que sente a todo o momento as dores da doença que a bebida, fumo, drogas ou remédios causaram, e assim por diante, dependendo do tipo de morte que escolhe para por fim a sua própria vida. Além de carregar as impressões da morte, ainda sente o seu corpo físico ser destruído pelo desgaste natural depois de sepultado, e se for cremado o suicida sente o fogo destruindo o seu corpo, a sensação de queimado,  isto pelo o fato dele está ainda ligado a matéria, e de não ter chegado a hora do seu desencarne. E somado a todas essas sensações juntas e ao ambiente nefasto, ainda  tem mais tormento apesar de todas as dores que sente e angustias, neste vale aonde não existe nenhuma piedade e amor, os outros espíritos suicidas sugam o resto dos seus fluidos, e nisto ainda há a troca das sensações um com o outro. E ainda sente os fatores emocionais, de não saber aonde está, do que está acontecendo, se está ou não fora da matéria, de todos os tormentos que visualiza dos outros suicidas e de si mesmo, e a culpa máxima depois de ter cometido tal ato...


A providência Divina
        No entanto, quando há o arrependimento sincero, verdadeiro, Deus  em seu infinito amor, envia seres de luz para o resgate desse triste sofredor, para um processo de regeneração e alento do coração e de seu progresso futuro. Nisto depois de reabilitado (que pode levar algum tempo, dependendo da sua compreensão e aceitação), e de ter conseguido compreender a falta horrível que cometeu contra a própria vida; com a permissão de Deus recebe uma nova chance para reencarnar e pagar os débitos, só que nesta nova oportunidade, este espírito suicida vai passar pela mesma prova que fez ele cometer esse ato hediondo, até que ele supere essa prova e consiga se sair dela sem cometer suicídio, e complete o seu tempo de vida programado pela espiritualidade antes de reencarnar.  Cada espírito sofredor leva consigo a dor da perda e o sofrimento para uma nova reencarnação na Terra para poder progredir como espírito, e ajudar o mais que possa seu semelhante para avançar no seu progresso moral. Portanto, o Amor de Deus nunca acaba, pois o espírito sabe que nunca está sozinho, depende de cada um se voltar para a piedade Divina.  


Na nova oportunidade na matéria
        Pode acontecer de casos de deficiência física e mental de nascença ser o resultado de um suicídio cometido, e nesta nova oportunidade de vida o espírito suicida escolhe vim com algum tipo de deficiência, como expiação para reparar o seu erro passado. Lembremos do seguinte ensinamento que Mestre Jesus nos passou que serve para este tema também:


O que escandalizar, porém, a um destes pequeninos que crêem em mim, melhor lhe fora que se lhe pendurasse ao pescoço uma mó de atafona, e o lançassem ao fundo do mar. Ai do mundo, por causa dos escândalos. Porque é necessário que sucedam escândalos, mas ai daquele homem por quem vem o escândalo. Ora, se a tua mão, ou o teu pé, te escandaliza, corta-o e lança-o fora de ti. Melhor te é entrar na vida manco ou aleijado, do que, tendo duas mãos ou dois pés, ser lançado no fogo do inferno. E se o teu olho te escandaliza, tira-o, e lança-o fora de ti. Melhor te é entrar na vida com um só olho, do que, tendo dois, seres lançado no fogo do inferno. Vede, não desprezeis algum destes pequeninos, porque eu vos declaro que os seus anjos no céu incessantemente estão vendo a face de meu Pai, que está nos céus. Porque o Filho do Homem veio a salvar o que havia perecido. (Mateus, XVIII: 6-11).


E se o teu olho direito te serve de escândalo, arranca-o e lança-o fora de ti; porque melhor te é que se perca um de teus membros, do que todo o teu corpo ser lançado no inferno. E se a tua mão direita te serve de escândalo, corta-a e lança-a fora de ti; porque melhor te é que se perca um dos teus membros, do que todo o teu corpo ir para o inferno. (Mateus, V: 29-30).

       Os pais de um espírito suicida pode ter alguma culpa para este ter dado fim a própria vida, e por isso passa pela prova de cuidar de um ser deficiente. Ou também tem a circunstancia de seus pais já com uma moral desenvolvida possa ter se disponibilizado ainda no lado espiritual da vida para assumir a paternidade e ajudar na sua expiação, para este progredir na sua jornada evolutiva.  Além disso morte prematura, pode indicar um suicídio cometido no passado, e o tempo que passa na vida é o necessário para completar o tempo interrompido, não vivo na outra vida passada que ocorreu o ato de suicídio.    


Conclusão
        Vamos sair desta vida, e de todas as outras que vamos ter “pela porta da frente” e não “pela porta dos fundos” cometendo o suicídio, vamos concluir nosso plano de vida com dignidade, sem o falso escape do suicídio. Temos os nossos problemas para encará-los de frente, e superá-los, porque temos um Deus que nos dar todos os meios de superar as  provas que a vida apresenta, e é justamente por esse fato que Deus nos concede a vida para sairmos vitoriosos dela, trabalhando as nossas dificuldades, falhas, provações com as ferramentas que temos em mãos, que nos tornam livres. Foi Deus que nos deu a oportunidade de está aqui na matéria para nos superarmos, para aprendermos, para progredirmos, para amar, reencontrar aqui neste mundo físico os espírito que nos ajudam a nos melhorarmos, seja em relacionamos bons ou em conflitos... Este é um grande presente de Deus, um presente de Um Pai que nos ama, que é o nosso Criador e nunca desiste de nós, sempre estando ao nosso lado, muitas e muitas vezes só esperando que nosso pensamento se volte para Ele, para que Comece a trabalhar suavemente nas nossas vidas, sem que as vezes nem percebamos os seu magníficos trabalhos, devido a sutileza.

        Viva a vida, apesar de toda a dor e angustia. A vida é para ser vivida, e quando sairmos dela, vamos sair vitoriosos, com um sentimento de que fizemos tudo o que podemos para nos melhorar e vencer lindamente os nosso problemas e muitas vezes expiações.
    

“O Espiritismo bem compreendido, é uma vacina contra o suicídio. Os sofrimentos da vida são provas que servem para o seu adiantamento, se as suporta sem reclamar, porque será recompensado de acordo coma coragem com  a qual as tiver suportado. Suas convicções lhe dão, pois, uma resignação que o preserva do desespero, e, por conseguinte, de uma causa permanente de suicídio.”  (Allan Kardec)   


domingo, 28 de abril de 2013

Dica de Livro: LAÇOS ETERNOS

        O livro Laços Eternos ditado pelo espírito Lucius, com psicográfica de Zibia Gasparetto, da editora Vida e Consciência; é um romance ótimo para ler, com uma leitura de fácil entendimento, narra a historia de encontro e reencontro de espíritos com dividas uns com os outros que nascem na mesma família para repararem as suas dividas. A historia deste livro nos faz nos questionar sobre os nossos relacionamentos, sobre as pessoas que nos cercam, sobre os rumos que as nossas vidas tomam, com o que estamos fazendo com as pessoas que convivemos, com o que estamos fazendo com as nossas vidas... Este é um livro que merece ser lido, para quem tem conflitos com os familiares e para quem vive em harmonia com os seus.


Capa do livro Laços Eternos
 
Texto da contra capa do livro Laços eternos, para dar mais vontade ainda de ler:

O amor une.
O ódio também.
Ligações de ódio , são passageiras.
As do amor, eternas.
A vida usa a reencarnação.
Aproxima as pessoas.
Abre-nos a compreensão para outras parcelas da verdade.
Desenvolve nossos sentimentos.
Ilumina nossa inteligência.
Facilita-nos a conquista da paz.
As almas amadurecem, conseguem perceber que existe só amor.
Força motriz da vida fluindo do Todo.    
Em laços indestrutíveis pela eternidade.

Zibia Gasparetto

 

Post.30: SOMOS O QUE ATRAÍMOS - MENSAGEM DE CHICO XAVIER


Somos o que atraímos
"Você nasceu no lar que precisava nascer, vestiu o corpo físico que merecia, mora onde melhor Deus te proporcionou, de acordo com o teu adiantamento.
Você possui os recursos financeiros coerentes com tuas necessidades… nem mais, nem menos, mas o justo para as tuas lutas terrenas.
Seu ambiente de trabalho é o que você elegeu espontaneamente para a sua realização.
Teus parentes e amigos são as almas que você mesmo atraiu, com tua própria afinidade.
Portanto, teu destino está constantemente sob teu controle.
Você escolhe, recolhe, elege, atrai, busca, expulsa, modifica tudo aquilo que te rodeia a existência.
Teus pensamentos e vontades são a chave de teus atos e atitudes. São as fontes de atração e repulsão na jornada da tua vivência.
Não reclame, nem se faça de vítima. Antes de tudo, analisa e observa.
A mudança está em tuas mãos.
Reprograma tua meta, busca o bem e você viverá melhor.
Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim."




sexta-feira, 26 de abril de 2013

LAÇOS DE AMOR E ÓDIO, LAÇOS QUE UNEM EM TODOS OS TEMPOS


       O amor e o ódio são os causadores dos laços de afinidade e de indiferença; amor, sentimento mais sublime, puro e um dos mais difíceis de se desenvolver;  e “O ódio é o amor que adoeceu” esta frase de Divaldo Pereira Franco expõe perfeitamente o que é o ódio, sentimento mais escuro e obsessivo, mas é por meio dele que muitas vezes se constrói os laços eternos de amor, pois os laços de ódio é passageiro, por mais que perdure. 

        Esses laços de sentimentos criados no decorrer de varias encarnações, pode permitir que na maioria das reencarnações os mesmos espíritos estejam no mesmo ciclo de convivência. Quando é o laço de amor que une as pessoas, as coisas transcorrem bem mais fáceis e simples, um amor construído devido a muitas vidas passadas, com seus erros e acertos, sendo modelado pela paciência e carinho, ajudando um ao outro a superar as suas faltas, compreensão e amor mútuo. Essas uniões de amor são eternas.
        Quando os laços são de ódio é uma questão complicada e delicada, estando as partes no mesmo ciclo reencarnatório pelos laços que desenvolveram de inimizade e despeito no decorrer das vidas na matéria. O ódio une as pessoas como o amor une, todavia, sendo uma união com sentimentos baixos, e para que as partes afetadas possam superar as desavenças e as faltas acometidas um ao outro, um  união para que possam trabalhar a harmonia.
       Os desafetos se reencontram para que um dia o ódio possa ser sanado, desta forma a reencarnação no mesmo meio faz com que o amor seja construído aos poucos no decorrer de varias vidas, até as partes envolvidas poderem vivenciar e aprender o que é o amor, caridade, compaixão... Por esta razão, Deus permite a todos que haja o esquecimento das vidas passadas, enquanto estamos mergulhados na matéria; se não houvesse o esquecimento a “tarefa” do perdão seria mais difícil do que já é em muitos casos.

      O espírito arrependido ou não, se encontra no mesmo meio de seu desafeto, e até mesmo se unem pelo laço de sangue, ou alguém que vem fazer parte do meio familiar, pois esta é a solução que a providência Divina encontra para que o mal que cometeram seja reparado, por meio da afeição. Quem fez o mal querendo reparar o erro aceita a chance de renascer como um familiar de quem cometeu o mal, e já quem recebeu o mal, aceita o parentesco para trabalhar o perdão, e assim passando pela prova de perdoar o outro, e quando o espírito  já tem um nível de moral maior aceita ajudar na construção da moral do malfeitor. Sendo assim o  ódio uma condição passageira.        
     
     Nestes casos de desafetos no meio familiar há os casos de filhos e pais, e irmãos que não se simpatizam, não vivem a harmonia e o amor natural. A resposta para esses casos está nas dividas contraídas no decorrer das suas existências , e nascem como pais e filho e/ou irmão  para amenizar o ódio e começar uma aceitação entre as partes, para dar inicio entre eles um vínculo de companheirismo. Mas, deixando claro neste ponto que, nem todo convívio que tem desentendimento seja uma inimizade do passado, muitas vezes é apenas falta de educação, de entendimento, diferenças vibracionais... dentre outros fatores.

Um filho deficiente, um dos genitores ou os genitores podem ter causado algum mau para aquele espírito ter vindo ao mundo com tal anomalia, ou o espírito está em expiação devido a erro grave cometido,  preferiu pagar a divida por meio da deficiência, e os espíritos que vão ser seus pais assumem esse compromisso para dar auxilio na expiação desta alma.
Cuidar de um parente impossibilitado de cuidar de si mesmo, reflete um grande avanço na moral, quando este cuidado é feito com total caridade e benevolência, podendo reparar algum mau que tenha acontecido antes com uma das partes, e ou a pessoa que cuida tenha se disposto desde antes do nascimento a ajudar ao espírito que passa pela expiação, a concluir a sua divida, para se depurar. Para a pessoa que cuida é um trabalho que faz com que cada vez mais se eleve em direção a Deus, e passando pela prova da paciência, humildade, caridade, e aprendendo a cada vez mais a amar, isto é um processo muito enriquecedor para o espírito, permitindo ser trabalhado em muitos aspectos, dando uma alavancada no seu processo evolutivo, e ajudando ao espírito que passa pela expiação a pagar as suas dividas.

Os laços eternos faz com que cada vez mais nós possamos superar, que nunca desistimos dos outros, que nada está perdido, e acima de tudo nos ensina a amar, nos ensina a caridade, a benevolência... Estamos aqui para aprender um com o outro e esta tarefa se torna mais fácil quando temos pessoas que amamos a nossa volta. Por mais que se tenha relacionamentos difíceis, tem que haver paciência para que essas desavenças sejam sanadas aos pouco, olhando pelo ponto da reencarnação esses sentimentos pesados que se tem no ciclo familiar tem total sentido, e isto é um grande consolo, dar mais compreensão para que essa desarmonia seja superada; e a chave de tudo está na paciência, no companheirismo, na compreensão e no entendimento  das partes, para que o amor aos poucos apareça e a divida possa ser sanada.     Obrigado Senhor por dar-nos este presente de conviver com quem amamos e ter a oportunidade de conviver com os indiferentes a nós, para poder aprendermos a nos amarmos.    


"A nossa felicidade será naturalmente proporcional em relação à felicidade que fizermos para os outros." (Allan Kardec)


Escrito pelo Blog Jardim Espírita.



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segunda-feira, 22 de abril de 2013

ESQUECIMENTO DAS VIDAS PASSADAS. POR QUE ISTO OCORRE?

        O esquecimento das vidas passadas enquanto estamos mergulhados na matéria, mostra toda  à justiça e a sabedoria de Deus. A cada existência o véu do esquecimento é lançado, mas o espírito não perde nada do que adquiriu de conhecimento em vidas passadas, assim quando reencarna traz consigo  por meio da intuição todo aprendizado do passado. Durante uma vida na matéria o espírito se melhora ou estaciona no grau evolutivo, nunca voltando ao nível de progresso anterior.  Se aproveitou as lições e experiências, quando retornar novamente será melhor instintivamente, tendo amadurecido “na escola do sofrimento” e o trabalho lhe dando mais firmeza proporciona ao espírito apoio para que possa progredir cada vez mais.   

         Este esquecimento só ocorre quando o espírito está encarnado, quando desencarna o espírito se lembra de tudo, e a partir daí faz uma autoanalise para ver o que progrediu e o que pode ainda realizar, em que pontos melhorou, em que pontos não teve tanto êxito e assim por diante, pois o espírito é o seu próprio juiz, nada os julga, apenas eles mesmos, a consciência que pesa ou não, dependendo dos atos cometidos, o julgamento está na hora da autoanalise, quando chega do outro lado da vida.
         O esquecimento é um grande presente que Deus nos deu para nos beneficiar. Frequentemente a experiência é adquirida em provas rudes e expiações dolorosas, e se houvesse a lembrança de vidas passadas iria aumentar mais ainda as angustias, o remorso, e atribular a vida atual do espírito na matéria. As lembranças só iriam aumentar ainda mais o sofrimento, a culpa  e podendo até dificultar o processo de depuração do espírito. E todos iriam saber do mau que cada um cometeu, assim iria haver mais preconceitos, e julgamentos, até mesmo com as pessoas que já tivesse conseguido superar os seus maus. Com o esquecimento  e a superação das faltas cometidas o homem se torna bom aos olhos da sociedade, e para Deus um espírito reabilitado, deste modo, as dividas foram pagas, podendo agir com mais liberdade, e uma nova oportunidade se abre,  devendo seguir com muito cuidado e paciência para que não se contraia mais dividas e sim some coisas boas na nova existência.

        Para concluir, se lembrar do passado causa  perturbação nas relações sociais e sendo um obstáculo para o progresso. Allan Kardec conta-nos que: nos mundos superiores ao nosso, onde não reina senão o bem, a lembrança do passado nada tem de penosa; eis porque ai lembra-se de sua existência precedente como nos lembramos do que fizemos ontem. Quanto à sua estadia em mundos inferiores, ela não é mais que um sonho mau, que se acordaram.  
       Lembrando que, não é assim que o espírito desencarna que vai logo lembrando as suas vidas passadas, lembrar do passado digamos que é com "o passar do tempo" (que do outro lado não existe tempo), quando o espírito já está habituado com a nova vida, e acima de tudo quando está pronto para encarar a sua verdade e os seus atos. Em alguns casos o espírito se lembra das suas vidas passadas por meio de um telão que se passa toda a sua historia anterior, ou ele se recorda por ele mesmo, como se as lembranças que estavam adormecidas acordassem; tudo dependendo do grau da sua moral, e mentiras neste momento não tem como mais serem usadas, o que resta a fazer é assumir todos os erros e acertos.
      “Assim, quantos homens gostariam de poder, durante a vida lançar um véu sobre seus primeiros anos! Quantos disseram, ao fim de sua caminhada: “Se devesse recomeçar, eu não faria o que fiz!” Pois bem!, o que eles não podem refazer nesta vida, refarão em outra; em uma nova existência seu espírito trará, no estado de intuição, as boas resoluções que eles terão tomado. É assim que se cumpre, gradualmente, o progresso da Humanidade.” (Allan Kardec)  
       Nesta questão de esquecimento das vidas passadas se encaixa perfeitamente a questão dos laços familiares, dos laços eternos, em que muitos espíritos que se fez sofrer ou que causaram sofrimento veem para o meio de convívio para que tenha a superação das faltas cometidas. Mas está questão é para a próxima postagem de numero 29 que vamos publicar. Por agora, paz, boas ideias e luz a todos!


sábado, 20 de abril de 2013

MENSAGEM: QUE EU NÃO



Que eu não

"Que Deus não permita que eu perca o romantismo, mesmo
eu sabendo que as rosas não falam;

Que eu não perca o otimismo, mesmo sabendo que o
futuro que nos espera não é assim tão alegre;

Que eu não perca a vontade de viver, mesmo sabendo que
a vida é, em muitos momentos, dolorosa;

Que eu não perca a vontade de ter grandes amigos,
mesmo sabendo que com as voltas do mundo, eles acabam
indo embora de nossas vidas;

Que eu não perca a vontade de ajudar as pessoas, mesmo
sabendo que muitas delas são incapazes de ver,
reconhecer e retribuir esta ajuda;

Que eu não perca o equilíbrio, mesmo sabendo que
inúmeras forças querem que eu caia;

Que eu não perca a vontade de amar, mesmo sabendo que
a pessoa que eu mais amo pode não sentir o mesmo
sentimento por mim;

Que eu não perca a luz e o brilho no olhar, mesmo
sabendo que muitas coisas que verei no mundo
escurecerão meus olhos;

Que eu não perca a garra, mesmo sabendo que a derrota
e a perda são dois adversários extremamente poderosos;

Que eu não perca a razão, mesmo sabendo que as
tentações da vida são inúmeras e deliciosas;

Que eu não perca o sentimento de justiça, mesmo
sabendo que o prejudicado possa ser eu;

Que eu não perca o meu forte abraço, mesmo sabendo que
um dia meus braços estarão fracos;

Que eu não perca a beleza e a alegria de ver, mesmo
sabendo que muitas lágrimas brotarão dos meus olhos e
escorrerão por minha alma;

Que eu não perca o amor por minha família, mesmo
sabendo que ela muitas vezes me exigirá esforços
incríveis para manter sua harmonia;

Que eu não perca a vontade de doar este enorme amor
que existe em meu coração, mesmo sabendo que muitas
vezes ele será subestimado e até rejeitado;

Que eu não perca a vontade de ser grande, mesmo
sabendo que o mundo é pequeno.

E, acima de tudo... que eu jamais me esqueça de que
Deus me ama infinitamente, de que um pequeno grão de
alegria e esperança dentro de cada um é capaz de mudar
e transformar qualquer coisa, pois a VIDA É CONSTRUÍDA
NOS SONHOS E CONCRETIZADA NO AMOR!"


Francisco Cândido Xavier



quinta-feira, 18 de abril de 2013

PARA SER FELIZ

“E não nos cansemos de fazer o bem, porque a seu tempo ceifaremos, se não houvermos desfaleciso.” – Paulo. (Gálatas, 6:9)
Confia em Deus.
Aceita no dever de cada dia a vontade do Senhor para as horas de hoje.  
Não fujas da simplicidade.
Conserva a mente interessada no trabalho edificante.
Detém-te no “lado bom” das pessoas, das situações e das coisas.
Guarda o coração sem ressentimento.
Cria esperança e otimismo onde estiveres.
Reflete nas necessidades alheias, buscando suprimi-las ou atenuá-las.
Faze todo o bem que puderes, em favor dos outros, sem pedir remuneração.
Auxilia muito.
Espera pouco.
Serve sempre.
Espalha a felicidade no caminho alheio, quanto seja possível.
Experimentemos semelhantes conceitos na vida prática e adquiriremos a luminosa ciência de ser feliz.

Emmanuel
Psicografia de Chico Xavier