Não se desespere diante das
dificuldades.
Fonte: Livro – Minutos de Sabedoria. De
C. Torres Pastorio. Mensagem 168.
O objetivo é divulgar a Doutrina Espírita, mas de forma simples e objetiva. O Espiritismo sendo a fusão da ciência, filosofia e religião, abordamos assuntos com estes temas. Quando se conhece o Espiritismo a razão floresce na mente, sintam-se sempre bem vindos, nessa linda viagem pelo conhecimento. Desejo que o Blog Jardim Espírita ilumine o coração e a mente de quem o visite. Luz e amor a todos os seres, com as bênçãos de Deus e o amparo de Cristo Jesus! - Blog Jardim Espírita.
Não se desespere diante das
dificuldades.
Fonte: Livro – Minutos de Sabedoria. De
C. Torres Pastorio. Mensagem 168.
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A perda de pessoas que nos são queridas nos causa um desgosto, essa causa de desgosto atinge tanto o rico quanto o pobre: é uma prova ou expiação, é a lei comum.
A dor inconsolável dos sobreviventes afetam os espíritos a que se dirigem, pois o espírito é sensível à lembrança e aos lamentos daqueles que amou, mas uma dor incessante e irracional o afeta penosamente, porque ele vê nessa dor excessiva uma falta de fé no futuro e de confiança em Deus em por conseguinte, um obstáculo ao progresso e, talvez, ao reencontro.
O espírito, estando mais feliz que sobre a Terra, lamentar-lhe a vida é lamentar que ele seja feliz. Dois amigos são prisioneiros e encerrados no mesmo cárcere; ambos devem ter um dia sua liberdade, mas um deles a obtém antes do outro. Seria caridoso, aquele que fica, estar descontente de que seu amigo seja libertado antes dele? Não haveria mais egoísmo que afeição de sua parte, em querer que partilhasse seu cativeiro e seus sofrimentos tanto tempo quanto ele? Ocorre o mesmo com dois seres que se amam, sobre a Terra: aquele que parte primeiro, está livre primeiro, e deve felicitá-lo por isso, esperando com paciência o momento em que estaremos por nossa vez.
Faremos, sobre esse assunto, uma outra comparação. Tendes um amigo que, perto de vós, está numa situação muito penosa; sua saúde ou seu interesse exige que ele vá para um outro país, onde estará melhor sob todos os aspectos. Ele não estará mais perto de vós, momentaneamente, mas estareis sempre em correspondência com ele: a separação não será senão material. Estaríeis descontentes com seu afastamento, visto que é para seu bem?
A Doutrina Espírita, pelas provas que não deixam dúvidas que dá da vida futura, da presença em torno de nós, daqueles que amamos, da continuidade da sua afeição e da sua solicitude, pelas relações que nos faculta manter com eles, nos oferece uma suprema consolação numa das causas mais legítimas de dor. Com o Espiritismo, não há mais solidão, mais abandono, porquanto o homem mais isolado, tem sempre amigos perto de si, com os quais pode conversar.
Suportamos impacientemente
as tribulações da vida e elas nos parecem tão intoleráveis que não compreendemos
que as possamos suportar. Todavia, se as suportarmos com coragem, se houvermos
imposto silencio às nossas murmurações, nós nos felicitaremos quando estivermos
fora dessa prisão terrestre, como o paciente que sofre se felicita, quando está
curado, de se ter resignado a um tratamento doloroso.
Fonte: O Livro dos Espíritos, de
Allan Kardec. Livro IV – Cap. I – Penas e Gozos Terrestres, questões: 934 e 936
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O objetivo dos flagelos
destruidores é fazer a humanidade avançar mais depressa. A destruição é
necessária para a regeneração moral dos espíritos, que adquirem, a cada nova
existência, um novo grau de perfeição. É preciso ver o fim para poder apreciar
os resultados. Esses transtornos são, frequentemente, necessários para
fazer alcançar, mais prontamente, uma ordem melhor de coisas, em alguns anos o
que exigiria séculos.
Se considerarmos a vida por aquilo que ela é, e o pouco que é com relação ao infinito, se atribuiria menos importância a isso. Essas vítimas encontrarão, em uma outra existência, uma larga compensação aos seus sofrimentos, se elas sabem suportá-los sem murmurar.
Se pudéssemos nos elevar, pelo pensamento, de maneira a dominar a Humanidade e abrangê-la inteiramente, esses flagelos tão terríveis não nos pareceriam mais que tempestades passageiras no destino do mundo.
Os flagelos são provas que fornecem ao homem a ocasião de exercitar sua inteligência, de mostrar sua paciência e sua resignação à vontade de Deus, e o orientam para demonstrar seus sentimentos de abnegação, de desinteresse e de amor ao próximo, se ele não está mais dominado pelo egoísmo.
O homem pode evitar os flagelos por uma parte, mas não como se pensa, geralmente. Muitos flagelos são o resultado da imprevidência do homem; à medida que o homem adquire conhecimentos e experiência, pode evitá-los, quer dizer, preveni-los, se sabe procurar-lhes as causas. Mas entre os males que afligem a Humanidade, há os gerais que estão nos desígnios da Providência, e dos quais cada indivíduo recebe mais ou menos, a repercussão. A estes o homem não pode opor senão a resignação à vontade de Deus e, ainda, esses males são agravados, frequentemente, pela sua negligência.
Fonte: O Livro dos
Espíritos, de Allan Kardec. Cap.VI – Lei de Destruição, questões 737 à 741.