Os romances de Emmanuel são uma
viagem no tempo, para a cultura, para a sociedade das épocas em que se passam
os romances. Sendo histórias reais. O espírito Emmanuel permite-nos pela sua
narrativa voltar ao tempo por meio da imaginação e ter uma visão mais ampla da
sociedade Roma, dos judeus, dos gentios, do inicio do cristianismo, de entrar
em vidas de personagens que tornam-se para o leitor inesquecíveis. Esses
romances permite-nos refletir sobre a nossa jornada evolutiva e como a entrega
aos ensinamentos de Jesus é capaz de mudar toda a nossa história de vida, nos
permitido superar a nós mesmos.
Vejamos quais são os romances de
Emmanuel em sequência:
Paulo e
Estevão
Neste romance Emmanuel narra a história do apóstolo Paulo. Mostrando nos primeiros capítulos a história
de Estevão - o primeiro mártir do cristianismo; pois Emmanuel afirma que “Sem
Estevão, não teríamos Paulo de Tarso”. Nisto este livro mostra a relação entre
Paulo e Estevão, e seu envolvimento com o apedrejamento de Estevão; o profundo
amor de Paulo pela noiva Abigail – que era irmã de Estevão; a perseguição de
Paulo ao cristãos; o chamado de Jesus nas portas de Damasco; a luta interna de
Paulo pelo auto perdão e para se aperfeiçoar; e as diversas perseguições;
enfermidades, zombarias, desilusões, açoites, humilhações e prisões que
afligiam os adeptos da nascente Doutrina Cristã.
Uma história que nos faz compreender como o amor apaga a multidão de
faltas cometidas em cada existência vivida.
A vida de Paulo de Tarso é para nos inspirar. Uma belíssima história.
Há dois mil
anos
Este romance é um lindo presente de Emmanul para nós, pois nele podemos
saber mais sobre Jesus e sua história, e sobre a cultura da época por meio da
ótica de outras personagens.
Neste livro o Espírito Emmanuel descreve a existência física em que foi
Publius Lentulus, orgulhoso senador designado para alto cargo na região da
Palestina quando Jesus apresentava os ensinamentos de seu evangelho à
Humanidade.
Tendo como cenário o Cristianismo nascente do século I, o romance Há
dois mil anos mostra-nos embates entre a arrogância das famílias romanas e a
simplicidade fraterna dos primeiros cristãos, numa história em que opostos como
sofrimento e alegria, esplendor e miséria, poder e escravidão, crueldade e
benevolência, perdão e vingança se entrelaçam na realidade de Publius Lentulus,
interferindo em sua relação com os filhos e com a amada esposa Lívia, esta que
se converteu aos ensinamentos de Jesus a contragosto de Publius Lentulus.
Este romance ainda mostra-nos o encontro de Publius Lentulus com Jesus
e sua participação nos bastidores do julgamento de Jesus; como também o relato
da destruição de Jerusalém que Publius Lentulus estava presente; a histórica erupção do vulcão Versúvio em Pompéia; e várias outras cenas políticas que decidiram
rumos do império romano...
A grande questão da vida de Publius Lentulus era vencer a si mesmo,
pois era um homem com extremo orgulho, vaidade, arrogância...
Este livro sobre a vida de Publius Lentulus é uma linda jornada para
reflexão dos rumos em que estamos dando para nossa vida no progresso evolutivo.
Cinquenta
anos depois
Como o título desse livro informa, a história desse romance se passou
50 anos depois da história do livro anterior Há Dois Mil Anos. Neste romance o espírito
Emmanuel retorna à existência terrena em uma realidade totalmente diferente da
anterior, sendo um escravo, chamado Nestório, nesta existência viveu a lei de
causa e efeito e reencontrou alguns personagens apresentados no livro Há Dois
Mil Anos, enquanto percorre um caminho de aprendizado sobre orgulho e vaidade, em
sua vida como escravo dedicou-se aos ensinos do Evangelho. Vivendo uma vida
digna, e dirigida para o bem. Tinha um filho, de nome Ciro.
O espírito Emmanuel afirma que este livro é a história de um sublime
coração feminino que se divinizou no sacrifício e na abnegação, confiando em
Jesus, nas lágrimas da sua noite de dor e de trabalho, de reparação e de
esperança. É a história da jovem Célia, mulher de coração sublime que vivenciou
as lições de Jesus de maneira profunda e intensamente influenciou Nestório com
exemplos de humildade e calma em pleno Cristianismo nascente do século II.
Mais uma grande história que nos permite inspirar-nos no grande exemplo
de Célia, e perceber que quando queremos podemos reparar nosso passado e criar
novas grandes oportunidades na jornada evolutiva.
Ave, Cristo!
Neste romance conhecemos outra vida do Espírito Emmanuel desta vez como
o filosofo Basílio, sendo filho de escravo, e posteriormente conseguindo a sua
liberdade. Tendo sido casado e tendo uma filha, mas ambas morreram
precocemente. Mas a vida deu-lhe uma outra filha adotiva, Lívia.
Mas, este livro conta a história de Quinto Varro e Taciano,almas ligadas por
várias reencarnações que se reencontram no terceiro século do Cristianismo, em
região controlada pelo Império Romano. Como exemplo de simplicidade, confiança
e amor, os pioneiros da Boa Nova entregaram-se ao serviço do Cristo, tendo
como sustento apenas sua poderosa e
inquebrantável fé.
Este romance nos faz meditar
sobre o poder do Amor, e como podemos progredir de vida em vida, desfazendo as
nossas inferioridades e fazendo nossa luz brilhar.
Renúncia
Neste romance o Espírito Emmanuel nos faz conhecer e entrar na história
de Alcíone, que pede para voltar à Terra e acompanhar o grande amor de seu
passado, Carlos, numa nova existência de provas, sacrifícios e reparação.
Alcíone é um grande exemplo de profunda dedicação ao próximo, demonstrando toda
a sua lealdade ao ajudar de perto aquele por quem tanto havia intercedido no
plano espiritual.
Ainda neste livro Emmanuel nos faz conhecer a sua encarnação como o
padre Damiano, em que se tornou amigo de Alcíone desde sua infância.
Alcione é daquelas personagens em que marca nossa vida, em que sempre
vem a lembrança dela, tendo sido sua vida de renúncia, sem nunca ter reclamado
de absolutamente nada. Emmanuel diz ao falar de Alcíone: “A psicologia de
Alcíone é bem mais complexa do que se possa imaginar ao primeiro exame. Na
grandeza da sua dedicação, vemos o amor renunciando à glória da luz, a fim de
se mergulhar no mundo da morte. Com seu gesto divino, a Terra não é apenas um
lugar de expiação destinado a exílio amarguroso, mas também uma escala sublime,
digna de ser visitada pelos gênios celestes.(...)”
Então, boa leitura a todos!